1930
1940
1950
1960
1970
1980
1990
2000
A década de 30 foi marcada no Brasil pelo governo de Getúlio Vargas, iniciado provisoriamente no ano de 1930. O mundo todo sofria as sequelas da crise de 1929 enquanto o nazismo ganhava o poder na Alemanha. Uma nova política trabalhista contribuía para a manutenção do poder estabelecido e, contraditoriamente, com o fim do sindicalismo autônomo. A política educacional preparou terreno para o surgimento de grandes universidades, como a Universidade de São Paulo em 1934. Tendências divergentes como integralistas e comunistas ocupavam o cenário político, mostrando a pluralidade social. Esta, por sua vez, rendeu-se a uma modernização conservadora ilustrada pelo Estado Novo. A década chega ao fim em meio à Segunda Guerra Mundial.
Os anos 40 apresentaram no Brasil tanto transformações como continuidades. A saída de Vargas do poder após o fim da Segunda Guerra Mundial e o início de um processo de redemocratização não significaram mudanças substanciais na vida política do país. Ainda em 1946, o Partido Comunista Brasileiro é colocado na clandestinidade depois de um breve período de legalidade. A América Latina assiste ao surgimento do populismo, marcado pela supervalorização de líderes como Vargas e Perón. Em nível mais amplo, episódios dramáticos ocuparam a cena mundial, como foi o caso do Holocausto e das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Em contrapartida, a década termina apresentando a chamada nova ordem mundial, caracterizada pelo surgimento de novas instituições de âmbito internacional como a ONU. É ainda neste período que tem início a Guerra Fria.
Durante a década de 1950, assistimos à ascensão e queda de Getúlio Vargas, eleito pelo voto direto pela primeira vez e que, diante de irreversível crise, comete suicídio. Jânio Quadros surge como figura relevante ao ser eleito prefeito da cidade de São Paulo, onde acontece a primeira Bienal de Artes. A televisão entra no cenário popular e acompanha o ritmo desenvolvimentista característico do governo de Juscelino Kubitschek, cuja ação mais visível perante a opinião pública é a construção de Brasília. A industrialização brasileira ganha proporções até então desconhecidas. Paralelamente, o comunismo se mostra tanto como alternativa quanto como ameaça. Revolução Cubana e Guerra da Coreia, assim como a caçada aos comunistas perpetrada pelos norte-americanos ilustram a tensão inerente à Guerra Fria.
Os anos 60 marcam um período de grandes transformações em âmbito mundial. O feminismo e os movimentos civis pelos direitos dos negros são acompanhados por manifestações pela paz, no que se convencionou chamar contracultura. Tem início a descolonização de países africanos, demonstrando mudanças nas relações de força entre as potências mundiais. Enquanto isso, o Brasil vivia um turbilhão de acontecimentos. Jânio Quadros, primeiro presidente a tomar posse em Brasília, permanece sete meses no poder, quando é substituído pelo vice João Goulart. O período subsequente mistura manifestações reacionárias e revolucionárias. O surgimento das Ligas Camponesas é acompanhado pelo crescimento das greves e transformações na Igreja Católica. Esta atmosfera tensa cria as condições necessárias para o fim da experiência democrática e abre espaço para o governo autoritário sob a liderança dos militares, com nítido apoio dos norte-americanos. Paralelamente à intensificação da repressão o país assiste ao início do “milagre econômico”. Os Atos Institucionais alcançam seu ápice no decreto do AI-5. A Guerra Fria continua e o espaço fica mais próximo com a chegada do primeiro homem à lua, tornando mais obvia a corrida espacial.
A década de 70 apresentou uma série de rupturas em relação ao período antecedente. No âmbito internacional a tensão entre as potências americana e soviética diminui frente a problemas de ordem diversa. As chamadas “crises do petróleo” simbolizam nova fase da crise mundial, a qual afeta a economia brasileira, alicerçada na indústria automobilística e, consequentemente, no transporte rodoviário. O fim do governo Médici e sua substituição por Geisel representam momento de aparente transição na ditadura militar, o qual ficou conhecido como “abertura política”. A despeito de algumas conquistas civis, a manutenção da tortura e dos desaparecimentos denota a fragilidade à qual ainda estavam sujeitos os cidadãos brasileiros. No fim dos anos 70, o AI-5 deixa de ter vigência ao mesmo tempo em que surge um novo sindicalismo, agora menos dependente das diretrizes do Estado. Figueiredo, último presidente militar, toma posse em 1979, mesmo ano em que é promulgada a Lei da Anistia.
No Brasil, a década de 1980 é marcada pela transição democrática. Após os primeiros indícios de abertura política, o quadro nacional aponta para a pluralidade partidária e para a participação da sociedade, como fica explícito na campanha pelas diretas. A despeito dos apelos populares, a eleição que substitui Figueiredo permanece pautada pelo voto indireto. Tancredo Neves é eleito; porém, com seu falecimento, a posse é tomada pelo vice Sarney. A Constituição de 1988 representa o sustentáculo da democracia recém-estabelecida, embora não consolidada. A primeira eleição direta para a Presidência da República, em 1989, elege Fernando Collor. A crise econômica é elemento permanente nas discussões sociais e políticas. Esse é também o momento do surgimento de novas tecnologias e descobertas no campo da saúde, como é o caso da descoberta da AIDS. Os anos 80 terminam juntos com o socialismo soviético, ilustrado simbolicamente pela queda do muro de Berlim.
Os anos 90 configuram período de convergência de otimismo e profundos questionamentos acerca do futuro. A sensação democrática, num primeiro momento, camuflou as contradições inerentes ao novo momento histórico no Brasil e no mundo. O fim da Guerra Fria não excluiu do cenário político a violência dos conflitos armados, como comprovam as guerras do Golfo, da Bósnia e de Ruanda. Ao mesmo tempo, as novas possibilidades acionadas pela globalização, assim como a popularização do computador e da internet, sugeriam novas possibilidades de percepção de tempo e espaço. Fernando Collor, primeiro presidente eleito pelo voto direto após o período ditatorial, foi também pioneiro em rejeição popular após episódios de suspeitas de corrupção. Manifestações populares resultaram no impeachment do presidente, substituído pelo vice Itamar Franco. É durante a gestão deste que o então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, através do Plano Real, traz à tona a estabilidade econômica. Tais medidas aliadas à credibilidade intelectual de Fernando Henrique permitiram sua eleição para presidente por duas vezes seguidas.
Os anos 2000, no plano internacional, foram e continuam sendo marcados por eventos que tiveram destaque já no início da década. Este é o caso da “Guerra ao Terrorismo” desencadeada a partir de 2001 após o ataque do World Trade Center. Os conflitos militares entre Estados Unidos e o Oriente Médio ficaram mais nítidos com as guerras do Afeganistão e do Iraque. No plano econômico é possível afirmar que foram tempos de enfraquecimento do neoliberalismo e, em contrapartida, de investidas na criação de medidas protecionistas, como ilustra a adoção do Euro como moeda única nos países membros da União Européia. No Brasil assistimos à eleição do primeiro representante da esquerda, Luís Inácio Lula da Silva, reeleito no ano de 2006. A esquerda no poder, no entanto, não foi suficiente para minimizar os problemas de ordem social, os quais vivenciam cada vez mais a participação de membros da sociedade civil. Os anos 2000 são ainda caracterizados pela valorização da multiplicidade identitária e das tradições comunitárias paralelamente à tendência agregadora e homogeneizadora da globalização.
19 de setembro de 1930
Em Araraquara, nasce Ruth Cardoso.
1945
Mudança para São Paulo.
1949
Ingresso na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP em primeiro lugar.
1952
Conclui Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.
1953
Casamento com o colega de faculdade, Fernando Henrique Cardoso.
1954
Nasce o primeiro filho, Paulo Henrique Cardoso.
Lança, juntamente com Orlando Figueira e Álvaro Marchi, Formas de Trabalho no Município de São Paulo.
1955
Assume a cadeira de Antropologia, Etnografia geral e do Brasil na Faculdade Municipal de Filosofia, Ciência e Letras de Sorocaba.
1956
Assume a cadeira de Sociologia Educacional da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado.
1957
Nascimento da segunda filha, Luciana Cardoso.
Torna-se assistente da cadeira de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo a convite de Egon Schaden.
1958
Torna-se pesquisadora do Centro Regional de Pesquisas Educacionais de São Paulo, na USP.
Início das atividades do grupo de discussão de O Capital, de Karl Marx.
1959
Defesa da dissertação de mestrado O papel das associações juvenis na aculturação dos japoneses, sob a orientação de Florestan Fernandes.
1960
Nascimento da terceira filha, Beatriz Cardoso.
1964
Em função do Golpe de 64, mudança para Santiago do Chile.
1965
Dá aulas de Antropologia como professora visitante na Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
1966
Dá aulas de Antropologia Estrutural na Escola de Sociologia, na Universidade do Chile.
1967
Mudança para Paris.
1968
Ruth Cardoso retorna com a família para o Brasil.
1969
Participa da fundação do Cebrap.
1972
Defesa da tese de doutorado Estrutura Familiar e Mobilidade Social: Estudo dos japoneses no Estado de São Paulo sob a orientação de Eunice Ribeiro Durham..
1973
Coordenação da pesquisa Estudo de dez famílias faveladas em parceria com Lúcio Kowarick.
1975
Migração para o departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Coordenação do curso de pós-graduação do mesmo departamento.
1976
Torna-se membro associado do Center of Latin American Studies, da Universidade de Cambridge.
1978
Participa da Fundação da Frente de Mulheres Feministas de São Paulo.
Ruth Cardoso assina o documento Carta da Mulher Paulista.
Escreve Sociedade e Poder: Representações dos Favelados em São Paulo.
1979
Torna-se membro do Comitê de Seleção do Concurso Anual de Projetos de Pesquisa em Ciências Sociais da Fundação Ford.
Participa do conselho editorial do Boletim Informativo e Bibliográfico Brasileiro (BIB) e da Revista do Instituto de Medicina Social e Criminologia de São Paulo (1979-80).
1980
Dá aulas na PUC-SP no curso de especialização “Práticas Coletivas Populares: Movimentos Sociais Urbanos”.
Torna-se membro do Conselho Científico da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), da diretoria da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS).
Coordena o Grupo de Trabalho “Ideologia e Cultura Popular”.
1981
Dá aulas como professora visitante na Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Vai para Paris como professora associada da Maison des Sciences de L’Homme, na École des Hautes Études em Sciences Sociales.
Coordena a pesquisa “A periferia de são Paulo e o contexto da ação política”, desenvolvida em parceria pelo Cebrap e pela USP.
Torna-se membro da Comissão Especial de Antropologia Urbana da Associação Brasileira de Antropologia (ABA).
Participa do conselho editorial do Jornal Mulherio, em São Paulo (1981-85).
1982
Participa do conselho editorial da revista Novos Estudos, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) (1982-94).
1983
Faz parte da primeira formação do Conselho Estadual da Condição Feminina, criado por André Franco Montoro.
Dá aula como professora visitante no Curso: “Antropologia Urbana” no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social no Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
É nomeada presidente da Comissão de Filosofia e Ciências Humanas do Conselho de Artes e Ciências Humanas da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
1984
Coordena o Centro de Estudos sobre Ação Comunitária (CEDAC).
Torna-se membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta – TV Educativa, São Paulo.
Integra a Comissão Acadêmica da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS).
Faz parte do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.
Integra o conselho editorial da revista do Imesp, Instituto de medicina Social e Criminologia (1984-94).
1985
Participa da campanha de Fernando Henrique Cardoso para a prefeitura de São Paulo.
Contribui com a produção do folheto sobre mulheres do PMDB.
Participa da fundação do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero da USP.
Coordena o trabalho Cotidianidade, economia informal e consumo familiar: as mulheres como agentes de mudança, no Centro de Estudos sobre Ação Comunitária (CEDAC).
Torna-se membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), em Brasília.
1986
É nomeada professora associada emérita do departamento de Ciências Sociais, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
Torna-se membro do Comitê Acadêmico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília.
Organiza o livro A aventura antropológica: teoria e pesquisa.
1987
Participa da fundação do PSDB.
Coordenação dos trabalhos “Descentralização administrativa e política local de Saúde”, “Movimentos sociais: a busca de novos horizontes interpretativos”, “Custos sociais e econômicos das políticas alimentares: mudanças nos comportamentos econômicos e familiares das mulheres da Grande São Paulo”.
1988
Coordenação da pesquisa “Políticas de promoção da participação popular: implantação dos Conselhos de Comunidade nos Centros de Saúde”.
Torna-se membro do Comitê de Avaliação do Concurso de Dotações da Fundação Ford para Pesquisa
Integra a Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS).
Torna-se integrante do Conselho Cultural da Coordenadoria de Atividades Culturais da Universidade de São Paulo.
Faz Pós-doutorado na Columbia University.
1989
Dá aulas de “Antropologia das Sociedades Complexas” como professora visitante no departamento de Antropologia da Unicamp.
Coordenação da pesquisa “Políticas sociais: a relação entre as agências públicas e seus usuários”.
1990
Coordenação da pesquisa “Os jovens dos anos 80: caminhos e descaminhos em busca do futuro”.
Torna-se membro do Comitê Diretor do Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), Buenos Aires, Argentina.
1991
Coordenação da primeira parte da pesquisa “Juventude e modernidade: os jovens dos anos 90”.
Torna-se membro da Comissão de Avaliação do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Integra a Comissão de Aperfeiçoamento do Pessoal de Ensino Superior (CAPES).
Entra para o conselho editorial da Revista Brasileira de Ciências Sociais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS) (1991-93).
1992
Coordenação da pesquisa “O aluno trabalhador”.
Torna-se representante da Comunidade Acadêmica junto ao Conselho Deliberativo do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
Integra o Conselho do Fundo de Atendimento à População Moradora em Habitação Sub-Normal (FUNAPS) da Prefeitura do Município de São Paulo.
Participa do conselho editorial da revista Estudos Feministas da UFSC, Florianópolis (1992-94).
1993
Torna-se membro da “Independent Commission on Population and Quality of Life”, Nações Unidas, Paris, França.
Faz parte da Comissão de Assessoramento Institucional da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS).
1993
Mudança para Brasília.
Participa da Comissão Independente sobre População e Qualidade de Vida.
Produz, junto com Maria de Lourdes Pintasilgo, o relatório Cuidar o futuro, que motivou a criação das Metas do Milênio.
Coordenação das pesquisas “O papel das ONGs da Região Metropolitana de São Paulo na educação pré-escolar” e “Juventude e modernidade: os jovens dos anos 90 – Segunda parte”.
1995
Cria a Comunidade Solidária e o programa Universidade Solidária.
Preside o Conselho Consultivo do Comunidade Solidária.
Torna-se membro Honorário Vitalício da Fulbright Association.
Lança Bibliografia sobre a Juventude (com Helena Sampaio).
Chefia a delegação brasileira à Conferência das Nações Unidas sobre a Mulher, em Beijing.
1996
Cria a Alfabetização Solidária e o programa Capacitação Solidária.
Lança o Programa Voluntários, para promover e fortalecer o voluntariado.
Chefia a delegação brasileira à Conferência das Nações Unidas sobre Habitat, em Istambul.
1997
Vai para Indiana (EUA) como pesquisadora visitante, no Helen Kellog Institute for International Studies, University of Notre Dame.
Torna-se membro da Diretoria da United Nations Foundation, Washington, Estados Unidos.
Chefia a delegação brasileira à Conferência Internacional sobre Trabalho Infantil, em Oslo.
1998
Cria o Artesanato Solidário.
Chefia a delegação brasileira à Conferência Mundial sobre AIDS, em Genebra.
2000
Cria a Comunitas – Parcerias para o Desenvolvimento Solidário.
Cria a Rede Jovem.
Torna-se membro Honorario da Fundación Integración, Comisión de la Mujer, Argentina.
Chefia a delegação brasileira à Conferência Pequim +5.
2001
Torna-se membro da Comissão da Dimensão Social da Globalização – OIT, Nações Unidas.
É presidente de honra do Comitê Brasileiro do Ano Internacional do Voluntário, em São Paulo.
2002
Torna-se membro do Conselho da Care Internacional.
2003
Preside o Conselho sobre Mulher e Desenvolvimento do BID.
Torna-se membro do Conselho Consultivo do Instituto Teotônio Vilela - Seção São Paulo.
Integra o Conselho Político Estratégico do GIFE (Grupo de instituições, fundações e empresas).
Torna-se membro Honorário do Centro de Integração Empresa – Escola (CIEE).
Torna-se membro do Strategic Planning Committee do International Social Science Council (ISS).
2005
Eleita membro do Honorary Academic Board da Universidade Torcuato di Tella.
Participa de diversos seminários e palestras como “Sociedade civil, democracia e desenvolvimento: velhos modelos e novos caminhos”, organizado pela Comunitas.
2006
Participa de diversos eventos como o Internacional Fórum on the Social Science Policy promovido pela UNESCO.
Preside a XVII Reunião do Consejo Asesor Externo para La Mujer em el Desarrollo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
2007
Participa de eventos como o 33º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).
2008
No dia 24 de junho, Ruth Cardoso morre em São Paulo, vítima de um enfarte fulminante.
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2003
2004
2005
2006
2008
2009
2010

